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ECONOMIA GLOBAL

Zhang Yiming retoma título de homem mais rico da China com fortuna de US$ 100 bilhões

Expansão de 43% no patrimônio é atribuída ao avanço da inteligência artificial na ByteDance, segundo lista Hurun de 2026

Waesy
Rodrigo Mozelli
•01 de novembro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Zhang Yiming retoma título de homem mais rico da China com fortuna de US$ 100 bilhões
Foto: Rodrigo Mozelli

Zhang Yiming, fundador da ByteDance, empresa controladora do TikTok, voltou a ocupar a primeira posição entre os mais ricos da China. O patrimônio do executivo foi estimado em US$ 100 bilhões (aproximadamente R$ 540 bilhões), de acordo com a edição de 2026 da lista anual do Instituto de Pesquisa Hurun, divulgada nesta terça-feira (27).

O valor representa um aumento de 43% em relação ao levantamento anterior, estabelecendo um novo recorde para a pessoa mais rica do país. Rupert Hoogewerf, presidente do instituto, afirmou que a expansão da fortuna está quase inteiramente ligada ao setor de inteligência artificial. A ByteDance, que também opera a plataforma chinesa Douyin, tem ampliado sua presença no mercado com o assistente Doubao, apontado pela Hurun como o mais utilizado na China.

Outros nomes no ranking

O segundo lugar ficou com Zhong Shanshan, magnata da água engarrafada, cuja fortuna foi estimada em US$ 61 bilhões (cerca de R$ 329 bilhões), uma queda de 23% em um ano. Na terceira posição está Robin Zeng, presidente da CATL, fabricante de baterias para veículos elétricos, com patrimônio de US$ 57,3 bilhões (cerca de R$ 309 bilhões). Pony Ma, cofundador da Tencent, caiu para o quarto lugar, com US$ 51,5 bilhões (cerca de R$ 278 bilhões).

Entre as variações negativas do ranking, destaca-se o caso de Lei Jun, presidente da Xiaomi. Sua fortuna caiu pela metade, atingindo US$ 25,1 bilhões (cerca de R$ 135 bilhões), segundo o levantamento. O resultado do ranking ilustra como a corrida pela inteligência artificial está movimentando fortunas para além das empresas especializadas em chips e modelos de linguagem, beneficiando companhias que já possuem grandes bases de usuários para distribuir novas ferramentas.

Fonte original: Rodrigo MozelliVer notícia na íntegra
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