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Trump quer proibir o termo “inteligência artificial” nos EUA

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , afirmou, nesta terça-feira (27), que pretende proibir oficialmente o uso da expressão “ inteligência artificial ” em documentos e outros contextos. Em publicação na rede social Truth Social, ele voltou a defender

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Rodrigo Mozelli
•01 de novembro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada
Trump quer proibir o termo “inteligência artificial” nos EUA
Foto: Rodrigo Mozelli

A declaração foi feita em crítica ao jornal americano The Wall Street Journal , que, segundo Trump, ainda não adotou a terminologia de sua preferência.

“Em pouco tempo, vamos PROIBIR oficialmente o termo ‘IA/inteligência artificial’ em todos os documentos relevantes e em tudo mais, devido à sua imprecisão”, escreveu o presidente.

A manifestação amplia iniciativa que Trump já havia colocado em prática no governo. Em 29 de setembro, ele assinou uma ordem executiva determinando que departamentos e agências do Executivo federal adotassem os termos “Super Intelligence” e “SI” em correspondências oficiais, comunicações públicas e documentos de políticas públicas, deixando de usar as expressões “Artificial Intelligence” e “AI”.

A nova declaração, no entanto, não esclarece como uma eventual proibição mais ampla funcionaria, quais outros contextos seriam afetados nem quando as novas medidas entrariam em vigor.

Por enquanto, a mudança estabelecida pela ordem executiva de setembro se concentra no Poder Executivo federal. A declaração mais recente de Trump sugere a intenção de ampliar a substituição da terminologia, mas não apresenta detalhes suficientes para determinar o alcance de eventual proibição.

Também não há, na publicação citada, uma definição federal definitiva que estabeleça quais tecnologias se enquadrariam na categoria de “superinteligência”. A própria Casa Branca informou, ao anunciar a ordem executiva, que o governo deveria elaborar uma definição oficial para os termos “Super Intelligence” e “SI”.

Assim, a iniciativa representa uma mudança na linguagem adotada pelo governo estadunidense, mas não significa que todas as tecnologias atualmente conhecidas como inteligência artificial tenham passado a ser tecnicamente classificadas como superinteligência.

Fonte original: Rodrigo MozelliVer notícia na íntegra
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