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Motorista toma susto ao receber multa de R$ 7 milhões por excesso de velocidade, funcionária confirma que ele tem que pagar, mas caso era erro no sistema

O motorista Connor Cato, morador da cidade de Savannah, no estado da Geórgia, nos Estados Unidos, tomou um susto ao receber uma multa de trânsito por excesso de velocidade no valor de US$ 1,4 milhão, aproximadamente R$ 7 milhões em conversão direta.

Waesy
Renato Becker
•31 de outubro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada

Ao acessar o sistema para pagamento de multa, Cato deparou-se com um saldo de US$ 1.480.038,52. Inicialmente, acreditou tratar-se de um erro de digitação. Contudo, após contato com o tribunal pelo telefone, uma funcionária confirmou o valor e informou que ele deveria quitá-lo ou comparecer à corte.

Multa de 7 milhões era erro no sistema

As autoridades locais esclareceram que o valor era apenas um código temporário do sistema, e não a quantia real a ser paga. O motorista foi flagrado digirindo a 145 km/h em uma rua que o limite era de 89 km/h.

Contudo, as autoridades municipais esclareceram posteriormente que o valor milionário foi gerado automaticamente pelo software do tribunal para infrações gravíssimas, quando motoristas são flagrados a mais de 56 km/h acima do limite).

De acordo com a legislação local, infrações extremas exigem comparecimento obrigatório ao tribunal, onde um juiz define o valor real da multa, que, por lei, não pode exceder US$ 1.000, além das taxas estaduais aplicáveis.

Joshua Peacock, porta-voz do governo de Savannah, informou à Associated Press que o valor de US$ 1,4 milhão era apenas o limite máximo produzido pelo antigo sistema eletrônico de citações para compelir os motoristas a comparecerem à audiência.

"Nós não emitimos esse valor temporário como uma ameaça para assustar as pessoas e fazê-las ir ao tribunal, mesmo que esse motorista tenha ouvido algo diferente de alguém da nossa equipe", declarou Peacock, acrescentando que o tribunal está trabalhando para ajustar a linguagem do software e evitar futuras confusões.

Fonte original: Renato BeckerVer notícia na íntegra
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