Colégio em Fortaleza concilia alta exigência acadêmica com combate à ansiedade estudantil
O Colégio 7 de Setembro, com 91 anos de história, implementa programas de orientação e atividades extracurriculares para mitigar a pressão por resultados em um cenário educacional competitivo no Ceará.
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O Colégio 7 de Setembro, em Fortaleza, prepara alunos para o ITA, o Enem, escolas militares, mais de 40 olimpíadas de conhecimento e universidades fora do país. No entanto, o maior desafio da escola, segundo a diretora da unidade Aldeota, Janaína Moita, em 2026, é lidar com a ansiedade de alunos e famílias. A diretora afirmou que o estado do Ceará é "muito competitivo" e as famílias são "muito impressionadas com o resultado acadêmico".
Para equilibrar essa pressão, a instituição conta com o Serviço de Orientação Educacional (SOE), cujas orientadoras acompanham casos específicos e promovem atividades diárias em conjunto com os professores. O colégio também incentiva o desenvolvimento de atletas e organiza um concurso literário anual que culmina na publicação de um livro com textos e gravuras dos alunos.
A diretora Janaína Moita busca convencer as famílias de que o aprendizado se estende para além da sala de aula, citando campanhas de arrecadação de alimentos e projetos de empreendedorismo como exemplos de desenvolvimento de habilidades. A unidade Aldeota, a maior do colégio, oferece três trilhas de ensino médio: preparação para vestibulares concorridos, para escolas militares ou para o programa internacional International Baccalaureate (IB), conforme informado pela diretora.
A busca por inovações é uma característica histórica da escola, segundo a diretora. O Colégio 7 de Setembro foi pioneiro no Ceará ao oferecer e-mail aos alunos e adotou o iPad em sala de aula logo após seu lançamento, além de implementar precocemente o ensino bilíngue.
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