Notícia

Notíciascidade
CIDADE

Vendedor de picolé é impedido de trabalhar em cemitério de Meleiro (SC) após 30 anos de atuação

Trabalhador alega que foi orientado a deixar o espaço público na véspera do Dia de Finados e critica postura de funcionários do local em publicação nas redes sociais.

Waesy
Ana Júlia Kamchen
•06 de novembro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada

Ocorrência em Meleiro

Um vendedor de picolé relatou nas redes sociais que foi impedido de trabalhar no Cemitério da Sanga Grande, em Meleiro, no Sul de Santa Catarina. O episódio foi registrado em vídeo e publicado no domingo (1º), véspera do Dia de Finados, segundo informações do portal ND Mais.

Relato do trabalhador

De acordo com o relato do vendedor, ele atua há mais de 30 anos na comunidade e teria sido orientado a deixar o local. O homem que realizou a gravação questiona a decisão e defende a permanência do trabalhador no cemitério, argumentando que o espaço é público.

Durante a gravação, o interlocutor afirma: “Proibir o vendedor de trabalhar na Sanga Grande é uma vergonha pra comunidade Sanga Grande. Aqui é um trabalhador, meu amigo”. O vídeo foi divulgado no perfil de Facebook do vendedor.

Crítica à gestão do local

Na publicação, o vendedor critica a postura de funcionários do cemitério. “É uma vergonha para a cidade de Meleiro botar certos funcionários despreparados querendo mandar em um cemitério público e ainda ter a competência de dizer que não têm medo do prefeito nem da polícia”, escreveu o homem.

O trabalhador também afirmou que se trata do primeiro cemitério da região a registrar esse tipo de ocorrência, segundo ele. “Peço perdão à população, que não tem culpa, por um ser que acha que é dono do cemitério. Apenas servimos à população há mais de 30 anos, aí na Sanga Grande, vendendo picolé”, concluiu a publicação.

Fonte original: Ana Júlia KamchenVer notícia na íntegra
#cidade#sc#notícias#Meleiro#Dia de Finados#Cemitério#Trabalho informal
0 Comentários