Secretário e fiscais de São José são investigados por cobrar propina para alvarás de construção
Polícia Civil realizou 10 mandados de busca em três municípios da Grande Florianópolis e identificou esquema que exigia entre R$ 2 mil e R$ 3 mil por licença, segundo o delegado Marcelo Nogueira.
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Na manhã de sexta‑feira, 6 de novembro de 2026, a Polícia Civil de Santa Catarina cumpriu 10 mandados de busca e apreensão em São José, Palhoça e Florianópolis, revelando um esquema de cobrança de propina para liberação de alvarás de construção na prefeitura de São José, segundo o delegado‑geral Marcelo Nogueira.
Estrutura do esquema
A apuração apontou a participação de um secretário municipal, dois fiscais – um da Secretaria de Urbanismo e outro da Vigilância Sanitária – e um arquiteto particular; os pagamentos variavam entre R$ 2 mil e R$ 3 mil por licença, conforme informou o delegado.
Alcance da operação
A Operação Alvará II identificou a existência de uma associação criminosa que atuava nos processos de aprovação de obras, e as buscas foram realizadas também na sede da prefeitura municipal, de acordo com o relatório da polícia.
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