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Qual é a probabilidade do telescópio espacial da Nasa cair no Brasil? Veja o que se sabe

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Mateus Omena
•04 de novembro de 2026•4 min de leitura•Fonte Verificada
Qual é a probabilidade do telescópio espacial da Nasa cair no Brasil? Veja o que se sabe
Foto: Mateus Omena

Publicado em 30 de outubro de 2026 às 11h26 .

Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre Nasa Saiba mais Após 22 anos em órbita, o Telescópio Espacial Neil Gehrels Swift , lançado pela Nasa em 2004, deve retornar à Terra em 2026. A previsão ocorre depois que uma missão para recuperar o observatório falhou. O Brasil está entre os países que poderiam receber fragmentos do equipamento, caso alguma parte resista à passagem pela atmosfera, mas não há previsão de data, horário ou local da queda .

Projetado para operar por dois anos, o Swift permaneceu em atividade por mais de duas décadas. Nesse período, registrou cerca de duas mil explosões de raios gama e realizou observações de supernovas, buracos negros, asteroides e cometas.

Em julho, a Nasa iniciou uma operação em parceria com a empresa Katalyst para tentar recuperar o telescópio. A missão, porém, não teve sucesso, e o observatório continuou em trajetória de perda de altitude.

A órbita do Swift tem inclinação de 20,6 graus em relação à Linha do Equador . Essa característica coloca parte do território brasileiro na faixa de possível reentrada, assim como áreas da América Central, da África subsaariana e do Sudeste Asiático. A trajetória, por si só, não permite determinar onde eventuais fragmentos atingiriam a superfície.

Segundo a Nasa , ainda não é possível apontar quando ou onde ocorrerá a reentrada. O equipamento pode ser destruído pelo calor durante a passagem pela atmosfera. Para que destroços cheguem ao Brasil, seria necessário que partes do telescópio sobrevivessem a esse processo e que a trajetória coincidisse com o território do país.

A Nasa tentou prolongar a operação do telescópio por meio de uma missão comercial com a empresa Katalyst Space. O plano previa que a nave robótica LINK capturasse o observatório e o levasse a uma órbita mais alta.

Fonte original: Mateus OmenaVer notícia na íntegra
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