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Nubank, Coinbase e Ripple protocolam pedido de licença cripto ao Banco Central

Prazo para regularização de 33 empresas expira nesta sexta-feira; quem não for autorizado perderá o direito de operar no Brasil

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Ricardo Bomfim
•03 de novembro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Nubank, Coinbase e Ripple protocolam pedido de licença cripto ao Banco Central
Foto: Ricardo Bomfim

Grandes empresas do setor financeiro e de tecnologia, incluindo Nubank, Coinbase e Ripple, protocolaram entre ontem e esta quinta-feira, 29, seus pedidos para obter licença de prestadores de serviços de ativos virtuais (PSAVs) junto ao Banco Central. A iniciativa faz parte de um movimento amplo de regularização exigido pela nova regulamentação brasileira.

Além das três empresas citadas, outras 30 instituições também formalizaram seus pedidos de autorização. O grupo inclui a Urban, a Foxbit, a Cademartori Z Soluções, a SuitCoin, a Neo Ativos Virtuais, a TRKBIT, o Grupo Braza, a B&T Corretora de Câmbio, a Stark Bank e a S3 CACEIS, segundo levantamento do portal Exame.

Prazo final e consequências

Pela regulamentação publicada pelo Banco Central no ano passado, toda empresa que opera com criptoativos no país precisa pedir autorização até esta sexta-feira, 30, para continuar operando legalmente. Quem não conseguir ser autorizado como PSAV perderá o direito de operar e será considerado uma instituição irregular pelas autoridades brasileiras.

Posicionamento da Coinbase

Em nota, a corretora norte-americana Coinbase afirmou que está trabalhando para atender às exigências impostas pelo Banco Central à medida que o marco regulatório brasileiro é implementado de forma gradual. A empresa declarou que seu objetivo é levar ao país o conceito de 'Everything Exchange', uma plataforma abrangente que oferece acesso a ativos financeiros e criptoativos em um ambiente confiável.

A estratégia da Coinbase no Brasil contempla serviços com ativos virtuais, operações no mercado de câmbio e serviços de pagamento, incluindo a emissão de moeda eletrônica, conforme informado pela companhia. O movimento de regularização marca a consolidação do mercado de criptoativos sob a supervisão direta da autoridade monetária brasileira.

Fonte original: Ricardo BomfimVer notícia na íntegra
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