Médico é condenado a quase 38 anos de prisão por crimes sexuais em Catanduvas
Catanduvas – A Justiça condenou um médico clínico geral a 37 anos e 11 meses de prisão, em regime fechado, por crimes contra a dignidade sexual de dez pacientes.

A investigação conduzida pela Polícia Civil em Catanduvas, apontou que o profissional teria se aproveitado da posição que ocupava e da confiança das pacientes para cometer os abusos durante atendimentos médicos.
A Delegacia de Polícia da Comarca de Catanduvas reuniu prontuários médicos, laudos periciais e depoimentos das vítimas para fundamentar a investigação. Segundo a Polícia Civil, o médico simulava procedimentos clínicos para praticar atos libidinosos durante as consultas.
Com base nas provas apresentadas no processo, o Judiciário condenou o réu e determinou a perda do cargo público. A sentença também estabeleceu o pagamento de R$ 20 mil por danos morais a cada uma das dez vítimas, totalizando R$ 200 mil em indenizações.
Além das demais penalidades, a Justiça manteve a prisão preventiva do condenado e negou a ele o direito de recorrer em liberdade.
A Polícia Civil preservou a identidade das vítimas em respeito ao segredo de Justiça e às medidas legais de proteção.
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