Lula e Flávio Bolsonaro divergem sobre privatizações e papel das estatais no 2º turno
Plano de governo do PT defende manutenção do controle estatal em empresas estratégicas, enquanto o PL propõe retomar desestatizações, mas exclui Petrobras, Banco do Brasil e Caixa da lista de venda.
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Propostas registradas no TSE
Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) apresentam visões opostas sobre o papel do Estado na economia no segundo turno das eleições de 2026. O plano de governo de Lula, registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), defende a manutenção do controle estatal de companhias consideradas estratégicas, como a Petrobras e os Correios, e se opõe à privatização dessas empresas.
Retomada da desestatização
Em contrapartida, o programa de Flávio Bolsonaro prevê a retomada do Programa Nacional de Desestatização. No entanto, o documento não especifica uma lista de empresas que seriam vendidas. A campanha do candidato do PL afirmou publicamente que a Petrobras, o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal não serão privatizadas.
O debate sobre as estatais ganhou destaque nos últimos dias, com os Correios se tornando o ponto mais sensível da discussão. A empresa acumula prejuízos, e seu futuro permanece em aberto nas propostas de Flávio Bolsonaro, enquanto o plano de Lula inclui a recuperação dos serviços postais sob gestão estatal.
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