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IA está sugando chips? Samsung pode fabricar 20% menos Galaxy A

Por Bruno Bertonzin | 26/10/2026 às 15:41

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Bruno Bertonzin
•31 de outubro de 2026•4 min de leitura•Fonte Verificada
IA está sugando chips? Samsung pode fabricar 20% menos Galaxy A
Foto: Bruno Bertonzin

Prefira o CT no Google Gabriel Furlan Batista/Canaltech A Samsung pode fabricar até 20% menos celulares Galaxy A nos últimos três meses de 2026, e a inteligência artificial pode ter parte da culpa. Segundo um relatório da Coreia do Sul, a alta nos preços de chips de memória teria levado a fabricante a rever seus planos de produção, com prioridade para smartphones mais caros.

A possível medida acontece pouco depois de a empresa reajustar os preços de seus celulares, desde os básicos até os topos de linha. Mesmo assim, a Samsung ainda teria dificuldades para absorver os custos dos componentes, que ficaram consideravelmente mais caros no último ano.

A expansão da inteligência artificial ajuda a explicar esse cenário. Com a demanda crescente por chips destinados a servidores e sistemas de IA, a indústria de semicondutores enfrenta uma pressão maior sobre sua capacidade de fornecimento.

Para a Samsung, isso cria um dilema: continuar com a produção dos celulares mais acessíveis, mesmo com a rentabilidade menor, ou aproveitar os componentes disponíveis em aparelhos que rendem mais dinheiro.

A segunda alternativa seria a escolhida pela sul-coreana. De acordo com o relatório, parte dos chips destinados aos Galaxy A seria redirecionada para as famílias Galaxy S e Galaxy Z , que incluem os smartphones mais caros da marca.

A mudança não significa necessariamente o fim ou a descontinuação de algum modelo Galaxy A. Por enquanto, a informação aponta apenas para uma redução no volume de unidades fabricadas durante o quarto trimestre.

O possível corte chama atenção por atingir justamente a família de celulares mais importante da Samsung em volume de vendas. Os aparelhos Galaxy A são responsáveis por mais de 70% das remessas da fabricante, segundo os dados apresentados no relatório.

Fonte original: Bruno BertonzinVer notícia na íntegra
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