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Hospital SOS Cárdio promoveu simpósio para debater os tratamentos de doenças cardíacas

A atualização constante dos profissionais da área da cardiologia e a troca de experiências entre esses especialistas estão no centro de iniciativas promovidas pelo Hospital SOS Cárdio, de Florianópolis. Com encontros científicos voltados à discussão de casos r

Waesy
Branded Studio ND
•02 de novembro de 2026•4 min de leitura•Fonte Verificada

O objetivo é aproximar os profissionais das terapias mais modernas disponíveis no Brasil e no mundo, sempre com o foco no melhor tratamento para os pacientes.

Um dos destaques dessa agenda foi o 2º Simpósio Case Based de Tratamento Percutâneo em Doença Coronária e Estrutural para Cardiologistas Clínicos, realizado pelo hospital no final de setembro, em Florianópolis. Neste evento foram debatidos casos reais da prática médica, novas tecnologias e técnicas disponíveis no Brasil.

O encontro reuniu especialistas de Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro para discutir - a partir de situações reais - as possibilidades de tratamento para pacientes com doenças coronárias e estruturais. A proposta do simpósio foi aproximar a cardiologia clínica da cardiologia intervencionista, ampliando o diálogo também com especialistas de áreas como ecocardiografia.

O cardiologista intervencionista do Hospital SOS Cárdio, Dr. Luiz Eduardo Koenig de São Thiago, um dos coordenadores do encontro, ressalta a relevância da iniciativa. “Nosso simpósio foi um sucesso. Trabalhamos sempre com auditório cheio, com muita interação e discussão. Abordamos todos os tópicos da Cardiologia Intervencionista e mostramos, de forma muito rica, como temos todas as opções terapêuticas que estão disponíveis atualmente”.

Simpósio teve como principal beneficiário o paciente

Ao longo da programação, foram apresentados vários casos extraídos da prática diária, envolvendo doença arterial coronária, doença cardíaca estrutural e doenças valvares. Cada caso teve espaço para discussão entre os especialistas, com foco na indicação, no planejamento e nos resultados dos diferentes procedimentos percutâneos atualmente disponíveis.

Luiz Eduardo explica que essa integração é importante porque o conhecimento sobre as possibilidades terapêuticas influencia diretamente no correto encaminhamento do paciente. “Se o cardiologista clínico não sabe da existência de determinado tipo de tratamento, não tem como indicar para o paciente. Isso ocorre porque, muitas vezes, ele não consegue se atualizar em relação a tudo. Por isso, a importância de um evento como esse, cujo objetivo é melhorar o conhecimento deste profissional”, afirma.

Fonte original: Branded Studio NDVer notícia na íntegra
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