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Doença cerebral pode ter atingido 3 em cada 4 ex-jogadores da NFL, estima estudo

Mais pesquisados: EXAME - Negócios, Economia, Tecnologia e Carreira Assinar Entrar Ciência Doença cerebral pode ter atingido 3 em cada 4 ex-jogadores da NFL, estima estudo Encefalopatia traumática crônica está associada a impactos repetitivos na cabeça e pode

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Vanessa Loiola
•03 de novembro de 2026•5 min de leitura•Fonte Verificada
Doença cerebral pode ter atingido 3 em cada 4 ex-jogadores da NFL, estima estudo
Foto: Vanessa Loiola

Publicado em 29 de outubro de 2026 às 17h29 .

Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre Saúde Saiba mais Um estudo estima que 74,5% dos ex-jogadores da NFL que morreram entre 2008 e 2023 apresentavam encefalopatia traumática crônica ( ETC ), uma doença neurodegenerativa associada a impactos repetitivos na cabeça. A estimativa foi obtida a partir de análises cerebrais e registros de óbitos.

Pesquisadores da Universidade de Boston, do Mass General Brigham e da Concussion & CTE Foundation reuniram informações de 2.362 ex-atletas da principal liga de futebol americano dos Estados Unidos. Os resultados foram publicados na última quarta-feira, 28, na revista científica JAMA Network Open .

Os pesquisadores investigaram ex-jogadores que atuaram na NFL por uma média de cinco anos e morreram ao longo de um período de 16 anos. Inicialmente, a equipe examinou os resultados das análises de 387 cérebros doados para pesquisas científicas.

Nesse grupo, 94% apresentavam alterações neuropatológicas associadas à ETC . Entretanto, os autores identificaram uma limitação importante: famílias de atletas com sintomas cognitivos tinham maior probabilidade de doar o cérebro para investigação.

Segundo o estudo, essa chance era aproximadamente cinco vezes maior entre os ex-jogadores que apresentavam essas manifestações. Por isso, considerar apenas os órgãos doados poderia superestimar a prevalência da doença.

Para reduzir esse viés, os cientistas analisaram registros de óbitos de todos os 2.362 participantes . Também consideraram fatores como idade ao morrer, posição em campo , tempo de carreira e histórico de alterações cognitivas .

Fonte original: Vanessa LoiolaVer notícia na íntegra
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