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Confaz aprova aumento do ICMS sobre combustíveis; diesel sobe 11,1% em SP a partir de 2027

Novos valores entram em vigor em 1º de fevereiro de 2027, com impacto estimado de R$ 0,07 a R$ 0,13 por litro no estado de São Paulo, segundo a gestão estadual.

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g1.globo.com
•02 de novembro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Confaz aprova aumento do ICMS sobre combustíveis; diesel sobe 11,1% em SP a partir de 2027
Foto: g1.globo.com

Aprovação nacional

Os governadores que integram o Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) aprovaram, em 29 de outubro, o aumento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) sobre combustíveis em todo o território nacional. A medida estabelece novos alíquotas que passam a valer a partir de 1º de fevereiro de 2027.

Impacto em São Paulo

No estado de São Paulo, o acréscimo no valor por litro varia entre R$ 0,07 e R$ 0,13, conforme informado pela gestão do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). O óleo diesel sofrerá a maior alta percentual, de 11,1%, passando de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro. A gasolina e o etanol terão reajuste de 4,5%, elevando o valor de R$ 1,57 para R$ 1,64 por litro, enquanto o gás de cozinha (GLP) subirá 4,8%, com o mesmo intervalo de preço da gasolina.

Crítica federal

O reajuste gerou um desentendimento público entre o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Guilherme Boulos (PSOL), e o governador Tarcísio de Freitas. Em vídeo publicado nas redes sociais, Boulos afirmou que o aumento do imposto estadual afetará o custo do combustível para caminhoneiros e, consequentemente, o preço dos alimentos nos supermercados, devido ao transporte rodoviário de mercadorias.

O ministro acusou diretamente o governador paulista pelo aumento e alegou que ele descumpre promessas de campanha feitas em entrevistas à mídia. A controvérsia ocorre em meio à implementação das novas alíquotas aprovadas pelo Confaz, que impactam a cadeia de custos logísticos e o consumo final no estado de maior participação no PIB nacional.

Fonte original: g1.globo.comVer notícia na íntegra
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