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ECONOMIA & MERCADO

China ganha mercado em turbinas eólicas no País

Os investimentos em energia eólica no Brasil desaceleraram fortemente nos últimos anos, mas o cenário mais desafiador não assustou algumas empresas chinesas que estão entre as maiores fabricantes globais de equipamentos para o setor.

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Luciano Costa
•04 de novembro de 2026•5 min de leitura•Fonte Verificada
China ganha mercado em turbinas eólicas no País
Foto: Luciano Costa

Enquanto a GE e a europeia Siemens Gamesa fechavam suas fábricas de pás e turbinas por aqui, a Goldwind, a Envision e a Ming Yang desembarcavam no País e fechavam seus primeiros contratos locais nos últimos dois anos.

Impulsionadas pelo crescimento da geração eólica na China, a Goldwind e a Envision lideraram o mundo em capacidade adicionada de turbinas em 2025; a Ming Yang ficou na quarta posição.

Em volumes acumulados, a Goldwind agora está atrás só da dinamarquesa Vestas, e a Envision tem se aproximado das terceira e quarta colocadas, Siemens Gamesa e GE Vernova.

Aqui no Brasil, as chinesas já respondem por mais da metade dos negócios mais recentes na indústria, e agora se preparam para fornecer também sistemas de armazenamento com baterias, conhecidos pela sigla BESS.

“Hoje nós estamos com mais de 50% do mercado corrente de turbinas eólicas, daquilo que está em fabricação neste momento. Temos perto de 50%, 55%,” Roberto Veiga, vice-presidente da Goldwind Brazil, disse ao Brazil Journal .

A companhia, que está produzindo equipamentos localmente em Camaçari – numa fábrica comprada da GE – fechou o maior contrato da história do setor com a Casa dos Ventos, para entregar 827 MW, além de um acordo de mais 142 MW com a EDF.

O plano é fazer do Brasil um hub de exportações para as Américas, incluindo a costa leste dos Estados Unidos e o Canadá, e produzir aqui também os BESS, de olho nos leilões para projetos de baterias que o Governo agendou para dezembro.

Fonte original: Luciano CostaVer notícia na íntegra
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