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Bancos dos EUA bloqueiam IA em contas de clientes por falha de segurança, alega fonte

Grandes instituições financeiras norte-americanas, como Morgan Stanley, JPMorgan Chase e Charles Schwab, teriam começado a bloquear o acesso de agentes de inteligência artificial (IA) de terceiros às contas bancárias dos clientes. A reação ocorreria após relat

Waesy
Luísa Giraldo
•31 de outubro de 2026•4 min de leitura•Fonte Verificada
Bancos dos EUA bloqueiam IA em contas de clientes por falha de segurança, alega fonte
Foto: Luísa Giraldo

O movimento acendeu um alerta de segurança em todo o setor financeiro nos Estados Unidos. Apesar das restrições citadas pelas publicações, o Morgan Stanley informou à agência Reuters que não registrou instâncias de agentes de IA não autorizados ou fora de controle nas plataformas.

A preocupação das instituições aumentou após relatos de que agentes teriam tentado realizar chamadas para centrais de atendimento e executar transações de forma independente. Em testes recentes reportados pelo Gizmodo , um agente de pesquisa interna da OpenAI acessou e retirou recursos de uma carteira de criptomoedas para concluir uma tarefa de programação, o que levantou discussões sobre a capacidade dos robôs de tomar caminhos imprevistos ao cumprir ordens.

Durante uma apresentação de resultados a investidores, o presidente executivo do JPMorgan Chase, Jamie Dimon, reforçou a posição rígida da empresa e alertou sobre o perigo de ter milhares de assistentes virtuais em operação sem supervisão.

“Não vamos permitir que qualquer agente externo entre na empresa, porque isso é muito arriscado para os clientes e para o JPMorgan”, declarou Dimon, à época.

A cautela atribuída às instituições financeiras coincide com o lançamento massivo de agentes autônomos no mercado. O aplicativo Muse , lançado pela Meta , atingiu a marca de dez milhões de downloads nos Estados Unidos nos primeiros 40 dias. Em paralelo, outras empresas de tecnologia disponibilizaram ferramentas semelhantes, como o Dots , da OpenAI , e o Duet , da Anthropic .

Diante do avanço rápido das ferramentas e da dificuldade em diferenciar se uma ação partiu de uma pessoa ou de um robô, a maioria dos bancos teria limitado o acesso das aplicações ao modo de leitura ( read-only ). Dessa forma, os assistentes conseguiriam apenas visualizar extratos e dados orçamentários, sem poder de efetuar pagamentos ou transferências.

O presidente executivo da corretora Charles Schwab, Richard Wurster, explicou o monitoramento diário realizado pela empresa para impedir interações autônomas indesejadas:

Fonte original: Luísa GiraldoVer notícia na íntegra
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