Apple melhora autonomia do iPhone 18 Pro com chip de 2 nm, sem bateria de silício-carbono
Eficiência do processador A20 Pro permite que modelo menor iguale desempenho do iPhone 17 Pro Max em testes de uso

Eficiência do processador
A Apple alcançou um aumento na autonomia dos iPhones da linha 18 Pro sem adotar a tecnologia de baterias de silício-carbono, contrariando expectativas de analistas do setor. Segundo o Estadão, a evolução é atribuída à arquitetura de 2 nanômetros do processador A20 Pro, que reduz o consumo de energia para executar as mesmas tarefas da geração anterior.
Desempenho comparativo
Em testes comparativos, o iPhone 18 Pro de menor tamanho entrega autonomia quase idêntica à do antigo iPhone 17 Pro Max, com diferença de apenas alguns minutos. O desempenho é consistente tanto em situações de estresse quanto no uso cotidiano, segundo a publicação.
Capacidade e concorrência
O iPhone 18 Pro Max, equipado com bateria de aproximadamente 5.500 mAh em mercados sem bandeja para SIM, consegue empatar ou superar ligeiramente dispositivos Android com baterias de mais de 7.000 mAh. A vantagem atual decorre da implementação da litografia de 2 nm no mercado consumidor.
A liderança em autonomia pode ser desafiada com o lançamento de smartphones Android com chips equiparáveis, como a nova geração Qualcomm Snapdragon, aponta o Estadão.
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