Vai fazer uma dívida? Responda a estas duas perguntas antes
Nem toda dívida é ruim. A diferença entre “dívida boa” e “dívida ruim” é econômica, não moral — e saber identificar isso é essencial (entenda no vídeo acima).
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A boa é aquela que pode aumentar a renda ou ajudar a construir patrimônio, desde que o retorno compense o custo dos juros. Por exemplo, investir em educação, ou fazer um financiamento.
Já a dívida ruim é a usada para antecipar consumo e tende a crescer mais rápido que a renda, pressionando o orçamento. Comprar roupas, eletrônicos, por exemplo. Nesse contexto, o endividamento caro e mal planejado preocupa no Brasil atualmente. Como resultado, o consumo pode perder força e a economia pode deixar de crescer.
Na dúvida, antes de contrair uma dívida, responda a estas duas perguntas:
Essa dúvida aumenta minha renda no futuro? O retorno vai compensar o custo?
Se a resposta for não, cuidado: a tendência é de aperto.
Neste vídeo, você vai entender por que o problema não é ter dívida — mas, sim, dever mal. Toda semana, o g1 Explica simplifica a economia, o mercado financeiro e a educação financeira, mostrando como tudo isso afeta o seu bolso.
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