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Startup quer criar cães geneticamente modificados para ações militares e de resgate

Por que pesquisa de genética premiada pelo Nobel é tão importante?

Waesy
Andre Luiz Dias Gonçalves
•31 de outubro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada
Startup quer criar cães geneticamente modificados para ações militares e de resgate
Foto: Andre Luiz Dias Gonçalves

2:47 Estudo, que ganhou prêmio de Medicina 2024, abre caminho para melhorar tratamento contra o câncer.

Cães geneticamente modificados para uso em operações militares, atendendo às Forças Armadas dos Estados Unidos, é o que planeja criar a Warhound , startup lançada na última semana com um aporte de US$ 200 milhões, o equivalente a pouco mais de R$ 1 bilhão pela cotação atual. A nova empresa surge a partir da união entre a Anduril Industries e a Colossal Biosciences.

Os animais aprimorados pela edição genética serão capazes de assumir tarefas como detecção de bombas, buscas e outras ações específicas consideradas perigosas para humanos ou complicadas para robôs , podendo ser usados também em serviços de resposta a emergências e resgates. A empresa prevê o nascimento da primeira ninhada já no início de 2027.

Segundo a Warhound, mais de 80% dos cães de trabalho das Forças Armadas americanas têm origem na Europa e menos da metade deles está apto para o serviço , atualmente. A startup planeja mudar o cenário a partir da edição genética, gerando animais com características adequadas para as operações militares.

Além das modificações genéticas, os cães da Warhound receberão aprimoramentos tecnológicos fornecidos pela Anduril, especializada em sistemas autônomos avançados. Armaduras com sensores e à prova de balas, bem como óculos de proteção são alguns desses recursos, aumentando a segurança dos animais e fornecendo dados para os treinadores.

Com o primeiro lote de cães perto de ser clonado e incubado, estima-se que os animais estejam preparados para iniciar as atividades em até dois anos , após passarem pelo treinamento adequado. A startup não informou quanto cobrará, mas espera vendê-los para forças policiais, equipes de primeiros socorros e o Departamento de Defesa dos EUA .

A Sociedade Americana de Proteção aos Animais foi convidada para participar da iniciativa. A entidade afirmou ao TechCrunch que atuará para garantir que os cães “sejam tratados com humanidade” .

Fonte original: Andre Luiz Dias GonçalvesVer notícia na íntegra
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