Ripio protocola pedido de licença no Banco Central para operar no Brasil
Prazo para regularização de corretoras de criptoativos vence nesta sexta-feira; empresas sem autorização serão consideradas irregulares.
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A corretora de criptomoedas Ripio, com sede na Argentina, protocolou junto ao Banco Central (BC) o pedido de autorização para se tornar uma prestadora de serviços de ativos virtuais (PSAV) no Brasil. A empresa informou que segue atendendo os clientes brasileiros normalmente e classificou a nova regulamentação como um sinal de amadurecimento do setor.
Prazo de regularização
Conforme a regulamentação publicada pelo BC no ano anterior, todas as empresas que operam com criptoativos no país devem solicitar a autorização até esta sexta-feira, 30 de outubro, para manter suas operações. A autoridade monetária determinou que quem não conseguir a licença de PSAV perderá o direito de operar e será considerado uma instituição irregular pelas autoridades brasileiras.
Concorrência e mercado
Aproximando-se do fim do prazo, já solicitaram a licença de PSAV no Brasil as empresas Binance, OKX, Bybit, Crown, Brasil Bitcoin (suspensa por decisão judicial), Transfero, Mazzera, PFPay, Masterpay, W Brasil Comércio, Onda Finance e Wynx Exchange. Outras companhias, como Avenia, Coinbase, Foxbit, Lumx e Mercado Bitcoin, também devem apresentar seus pedidos em breve.
O movimento de regulação também abrange o sistema bancário tradicional. Bradesco, BTG Pactual e Itaú estão entre as instituições financeiras que já possuem áreas dedicadas a ativos digitais em suas operações e também se preparam para atuar sob as novas normas do Banco Central.
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