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Proibição das apostas afeta finanças dos esports no Brasil

A medida provisória que elimina casas de apostas reduz receita de patrocínio e pressiona clubes de jogos competitivos

Waesy
Ronaldo Geraidine
•08 de novembro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada
Proibição das apostas afeta finanças dos esports no Brasil
Foto: Ronaldo Geraidine

O governo federal publicou, em 4 de novembro de 2026, uma medida provisória que proíbe a operação de casas de apostas no Brasil; a decisão afeta diretamente as organizações de esports, que dependiam de patrocínios desse setor para financiar suas atividades, e entra em vigor a partir de 15 de novembro, conforme o texto da MP.

Dependência de patrocínio

Segundo a Confederação Brasileira de Esportes Eletrônicos (CBEE), aproximadamente 20% da receita total das equipes de esports era proveniente de contratos com empresas de apostas, um percentual que se tornou crítico após a restrição ao mercado de jogos de azar.

Impacto imediato

A Associação Brasileira de Esports (ABES) informou que a proibição gerou uma queda abrupta de liquidez nas principais organizações, obrigando-as a renegociar contratos e buscar novos parceiros comerciais para cobrir despesas operacionais.

Perspectivas de adaptação

O Ministério da Economia indicou que o setor poderá contar com linhas de crédito específicas para empresas de tecnologia e entretenimento, enquanto analistas apontam que as equipes tendem a ampliar acordos de transmissão e merchandising para reduzir a dependência de um único segmento de patrocínio.

Fonte original: Ronaldo GeraidineVer notícia na íntegra
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