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Pesquisadora faz críticas à Anvisa por restrições ao uso da polilaminina; agência rebate acusações

Compartilhar Acesso restrito Pesquisadora faz críticas à Anvisa por restrições ao uso da polilaminina; agência rebate acusações Anvisa afirma que ainda não há dados confiáveis sobre a segurança e a eficácia da polilaminina e defende os critérios adotados

Waesy
Tamiris Flores
•26 de outubro de 2026•4 min de leitura•Fonte Verificada
Pesquisadora faz críticas à Anvisa por restrições ao uso da polilaminina; agência rebate acusações
Foto: Tamiris Flores

22/10/2026 19h24 • Atualizado há 4 dias

Desde abril, segundo Tatiana, a autorização para o uso compassivo da polilaminina está restrita a pacientes que sofreram lesões há, no máximo, três dias e que apresentam ferimentos entre as vértebras T2 e T10, na região torácica da coluna. Antes das restrições, pacientes com lesões ocorridas há até três meses podiam receber a substância mediante autorização da Anvisa. “Com as novas restrições, poucas pessoas conseguem cumprir”, afirmou a pesquisadora.

Em nota, a Anvisa contestou as declarações de Tatiana e afirmou que ainda não existem dados confiáveis que comprovem a segurança e a eficácia da polilaminina. A agência também defendeu os critérios técnicos utilizados para avaliar o uso da substância e repudiou ataques pessoais contra seus servidores e integrantes da diretoria.

No vídeo, Tatiana criticou a diretora da Anvisa Daniela Marreco, a quem atribuiu a decisão de restringir o uso compassivo da polilaminina. A pesquisadora afirmou que a medida impede que pacientes com lesões graves tenham acesso ao tratamento experimental.

Segundo Tatiana, o uso compassivo permite que pacientes com doenças graves e sem alternativas de tratamento recebam medicamentos ainda em fase de testes, mesmo antes de haver comprovação científica de segurança e eficácia.

A pesquisadora relatou que um primeiro estudo clínico da polilaminina foi realizado com oito pacientes. De acordo com ela, seis apresentaram recuperação de parte da função motora. Tatiana reconheceu, no entanto, que os resultados ainda não constituem prova científica definitiva da eficácia da substância.

Ela também afirmou que mais de 50 aplicações haviam sido realizadas por uso compassivo e que não foram registrados eventos adversos graves atribuídos ao tratamento nesses casos. Posteriormente, no mesmo vídeo, mencionou mais de cem pacientes que teriam recebido a substância.

Fonte original: Tamiris FloresVer notícia na íntegra
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