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Pesquisadora critica Anvisa por restrição à polilaminina; agência rebate acusações

Tatiana Sampaio, responsável pelos estudos, alegou que a agência age com frieza e oculta resultados, enquanto a Anvisa defende a segurança e a falta de dados confiáveis sobre a substância.

Waesy
ndmais.com.br
•27 de outubro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada

A pesquisadora Tatiana Sampaio, responsável pelos estudos com a polilaminina, criticou a diretora da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), Daniela Marreco, em um vídeo que circula nas redes sociais. Na gravação, Sampaio acusou a dirigente de agir com frieza e de retirar dos pacientes com lesões na medula espinhal "o direito de ter uma esperança" ao restringir o acesso à substância experimental.

Tatiana Sampaio também questionou a demora de três anos para a autorização do estudo clínico e alegou que a diretora estaria ocultando resultados das aplicações da polilaminina.

Em nota oficial, a Anvisa rebateu as declarações da pesquisadora, contestou as acusações e afirmou que ainda não existem dados confiáveis sobre a segurança do produto. A agência também repudiou ataques pessoais contra servidores e integrantes de sua diretoria.

Segundo a Anvisa, um dos principais pontos é que o estudo clínico de fase 1 da polilaminina, autorizado em janeiro de 2026, ainda não foi iniciado pelo laboratório Cristália, responsável pelo desenvolvimento do produto. A agência informou que o início dos testes depende da empresa, que recebeu a autorização há aproximadamente dez meses.

Fonte original: ndmais.com.brVer notícia na íntegra
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