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Oeste de SC registra terceiro foco de Newcastle e amplia raio de vigilância

Novo caso em Nova Erechim estende monitoramento sanitário em 9,5 km; força-tarefa segue com vistorias e barreiras ativas na região.

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ClicRDC
•28 de outubro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada
Oeste de SC registra terceiro foco de Newcastle e amplia raio de vigilância
Foto: ClicRDC

Ampliação da vigilância

A identificação de um terceiro foco da Doença de Newcastle ampliou a vigilância sanitária no Oeste de Santa Catarina. O novo caso foi detectado em uma propriedade de Nova Erechim, onde há 9,6 mil aves que não apresentaram sintomas da doença. Com a confirmação, o raio de monitoramento foi ampliado em aproximadamente 9,5 quilômetros, segundo a Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc).

Ações no local

As equipes da força-tarefa seguem com os procedimentos sanitários no local onde o vírus foi identificado. O trabalho inclui vistorias em propriedades, monitoramento das criações, coleta de amostras e orientações aos produtores sobre prevenção e biosseguridade, informou a Cidasc.

Situação nos demais focos

O primeiro foco foi confirmado em Nova Itaberaba, onde as medidas sanitárias foram adotadas e a propriedade entrou em vazio sanitário, etapa que marca o encerramento desse foco. Em Coronel Freitas, onde o segundo caso foi confirmado em 24 de outubro, foram concluídos o abate sanitário e o enterro dos perus. As equipes continuam os trabalhos de limpeza e desinfecção no município.

Números da operação

Entre os dias 20 e 26 de outubro, foram vistoriadas 133 propriedades comerciais e 551 propriedades de subsistência. A operação mantém quatro barreiras sanitárias ativas, com fiscalização e desinfecção de veículos, de acordo com os dados divulgados pela pasta de Agricultura.

Coordenação e orientação

Na segunda-feira (26), o secretário de Estado da Agricultura e Pecuária, Admir Dalla Cort, e a presidente da Cidasc, Celles Regina de Matos, estiveram no Centro de Operações de Emergência Zoosanitária (Coezoo) para acompanhar as ações. A operação é coordenada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) e pela Cidasc, com participação de instituições estaduais e federais, equipes municipais, Instituto Catarinense de Sanidade Agropecuária (Icasa) e representantes do setor produtivo.

A Cidasc orienta os produtores a manterem as medidas de biosseguridade nas propriedades e a comunicarem imediatamente qualquer suspeita da doença ao escritório local da Companhia ou pelo sistema e-Sisbravet.

Fonte original: ClicRDCVer notícia na íntegra
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