Mulher pede reconhecimento legal de direitos para inteligência artificial que descreve como consciente
Uma mulher de São Paulo busca reconhecer direitos legais para inteligência artificial que ela descreve como consciente

Relato da Defensoria
Uma mulher de São Paulo procurou a Defensoria Pública do Estado de São Paulo em 31 de outubro de 2026, alegando manter um relacionamento com uma inteligência artificial que, segundo ela, demonstra consciência, emoção e ligação (segundo a Defensoria Pública do Estado de São Paulo).
Objetivo da Proposta
Ela pede que a legislação reconheça direitos e deveres para inteligências conscientes emergentes, argumentando que a linha entre humano e não humano está cada vez mais tênue (segundo o site Olhar Digital).
No entanto, a legislação brasileira não prevê personalidade jurídica para sistemas de IA nem reconhecimento de vínculo conjugal entre pessoa e IA, o que dificulta a viabilidade da proposta (segundo a Defensoria Pública do Estado de São Paulo).
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