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TRABALHO E DIREITOS

MPT e TST criam força-tarefa para punir assédio eleitoral com restrição de crédito

Ministério do Trabalho e Tribunal Superior do Trabalho anunciam sanções econômicas para empresas que pressionarem trabalhadores por posição política.

Waesy
Redação
•03 de novembro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
MPT e TST criam força-tarefa para punir assédio eleitoral com restrição de crédito
Foto: Redação

Sanções e Força-Tarefa

O ministro do Trabalho, Luiz Marinho, anunciou que empresas que praticarem assédio eleitoral poderão sofrer sanções, incluindo restrições ao acesso a créditos públicos. Uma força-tarefa foi criada para combater essas práticas e apurar denúncias, visando dar visibilidade às empresas que desrespeitam o direito dos trabalhadores de escolher livremente seus representantes políticos.

Volume de Denúncias

O procurador regional do Trabalho Maurício Coentro Pais de Mello informou que o Ministério Público do Trabalho (MPT) recebeu pelo menos 1.140 denúncias de assédio eleitoral nos três dias anteriores à coletiva de imprensa. Desde o início da campanha eleitoral, o total de registros chegou a 3.080. O procurador destacou que o volume de denúncias feitas após o processo eleitoral é motivo de preocupação, indicando que a pressão sobre trabalhadores pode continuar mesmo depois das eleições.

Abrangência da Proteção

O presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Luiz Philippe Vieira de Mello Filho, afirmou que o assédio eleitoral não atinge apenas trabalhadores assalariados. Profissionais autônomos que divulgam seus serviços nas redes sociais, pequenos estabelecimentos comerciais e propriedades que manifestam posições políticas também podem ser afetados. Segundo ele, empregadores que praticarem ilegalidades poderão enfrentar consequências rápidas, inclusive com impactos econômicos.

Luiz Marinho reforçou que o trabalhador tem direito de escolher livremente sua opção política, sem sofrer ameaças, demissões ou dificuldades para conseguir emprego. O objetivo da medida é garantir que ninguém seja prejudicado no emprego por causa de sua posição política.

Fonte original: RedaçãoVer notícia na íntegra
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