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ELEIÇÕES 2026

Meta, Google e X afirmam ao TSE que não há irregularidades no canal 'Exército do Lula'

Plataformas apontam participação de usuários autênticos em 8,2 milhões de publicações; Meta solicita prazo adicional para concluir análise de provas entregues em mídia física.

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Mateus Omena
•28 de outubro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Meta, Google e X afirmam ao TSE que não há irregularidades no canal 'Exército do Lula'
Foto: Mateus Omena

Manifestações às plataformas

Meta, Google e a rede social X informaram nesta sexta-feira, 23, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que não identificaram violações de suas políticas na atuação de apoiadores ligados ao canal “Exército do Lula”, comandado pelo deputado André Janones (Rede-MG). As manifestações foram encaminhadas após determinação do presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, que ordenou a investigação de possíveis tentativas de manipulação de buscas e ampliação artificial do alcance de hashtags entre 18 e 20 de outubro.

Segundo o X, 58 hashtags mencionadas na ação somaram aproximadamente 8,2 milhões de publicações, realizadas por 475,9 mil contas. A plataforma afirmou que a participação ocorreu majoritariamente por meio de usuários brasileiros autênticos e não infringiu suas normas. O Google, por sua vez, informou não ter encontrado sinais de robôs, tráfego automatizado ou ataques por programas de computador relacionados aos termos de pesquisa investigados, argumentando que picos de interesse podem acompanhar acontecimentos de grande repercussão sem configurar manipulação.

Prazo adicional e fundamentação legal

A Meta solicitou cinco dias para complementar sua análise, justificando que parte das provas foi entregue em um dispositivo de armazenamento USB, ao qual a empresa teve acesso apenas nesta sexta-feira. Na manifestação, a companhia sustentou que suas políticas não proíbem a mobilização de pessoas reais e identificadas, prática admitida pela regulamentação eleitoral. O texto cita um despacho do processo segundo o qual “a mobilização de apoiadores é lícita e somente perde proteção quando empregada para fins ilícitos”.

Fonte original: Mateus OmenaVer notícia na íntegra
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