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ELEIÇÕES 2026

Lula e Flávio Bolsonaro divergem sobre reajuste de aposentadorias e BPC no segundo turno

Candidato do PL nega alterações nas regras de correção após discussões internas sobre corte de gastos, enquanto petista defende manutenção da valorização real do salário mínimo.

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Diandra Guedes
•28 de outubro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Lula e Flávio Bolsonaro divergem sobre reajuste de aposentadorias e BPC no segundo turno
Foto: Diandra Guedes

A política de reajuste das aposentadorias e do Benefício de Prestação Continuada (BPC) tornou-se o principal ponto de divergência entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) na reta final da campanha. O debate ocorre no contexto do segundo turno das eleições de 2026, marcado para 25 de outubro, com os candidatos apresentando propostas distintas para o tratamento dos benefícios sociais.

Posicionamento do PL

Flávio Bolsonaro afirmou que manterá os aumentos das aposentadorias acima da inflação e rejeitou a possibilidade de alterar as regras de correção dos benefícios. A declaração foi feita após integrantes da equipe econômica do candidato discutirem alternativas para conter despesas obrigatórias da União, incluindo a revisão dos reajustes previdenciários. O senador classificou essas discussões como internas e negou que representem compromissos de sua candidatura.

Proposta do PT

Lula utilizou o espaço de debate para criticar o adversário e defender a manutenção da política de valorização do salário mínimo. O presidente em exercício argumenta que essa política é fundamental para garantir ganhos reais aos trabalhadores e, consequentemente, para preservar o poder de compra das aposentadorias e do BPC, que são atrelados ao piso salarial nacional.

As propostas de ambos os candidatos impactam diretamente milhões de brasileiros que dependem desses benefícios para sua subsistência. A definição da política de correção dos valores será um dos primeiros desafios econômicos do próximo governo, influenciando o orçamento público e o custo de vida da população.

Fonte original: Diandra GuedesVer notícia na íntegra
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