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Lucro do Santander Brasil cai 28% e rentabilidade vai ao menor nível em três anos

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Mitchel Diniz
•02 de novembro de 2026•8 min de leitura•Fonte Verificada
Lucro do Santander Brasil cai 28% e rentabilidade vai ao menor nível em três anos
Foto: Mitchel Diniz

Publicado em 28 de outubro de 2026 às 07h08 .

Priorizar nos meus resultados Google Lucro líquido gerencial recorrente de R$ 2,885 bilhões no 3º trimestre, queda de 28,0% em um ano e de 4,3% frente ao 2º trimestre Rentabilidade (ROAE) recua para 11,9%, ante 17,5% no mesmo período de 2025 Inadimplência acima de 90 dias da pessoa física sobe para 5,5%, alta de 1,3 ponto percentual em doze meses Provisões (PDD) somam R$ 7,46 bilhões, 14,4% acima do 3T25, e o custo de crédito vai a 3,89% Despesas gerais caem 0,6% em um ano, com 5.965 funcionários a menos no quadro O Santander Brasil (SANB11) registrou lucro líquido gerencial recorrente de R$ 2,885 bilhões no terceiro trimestre de 2026, queda de 28% na comparação com o mesmo período de 2025, quando o banco havia lucrado R$ 4,009 bilhões. Frente ao segundo trimestre, o recuo foi de 4,3%.

É a terceira queda trimestral consecutiva do lucro. Depois de somar R$ 4,086 bilhões no quarto trimestre de 2025, o resultado caiu para R$ 3,788 bilhões no primeiro trimestre deste ano e para R$ 3,014 bilhões no segundo trimestre .

O lucro líquido contábil, que inclui efeitos não recorrentes, ficou em R$ 2,833 bilhões , recuo de 28,2% em doze meses e alta de 6,2% sobre o trimestre anterior. A alta trimestral reflete a base de comparação, já que o segundo trimestre carregou R$ 291 milhões em efeitos não recorrentes negativos, que não se repetiram agora.

O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) recorrente foi de 11,9% , queda de 0,6 ponto percentual no trimestre e de 5,6 pontos em um ano. O indicador é o menor da série desde o segundo trimestre de 2023.

O índice de inadimplência acima de 90 dias, que mede os atrasos mais longos, atingiu 3,4% da carteira, alta de 0,1 ponto percentual no trimestre e de 0,6 ponto em um ano. A pressão está concentrada na pessoa física, cujo índice chegou a 5,5% , avanço de 0,4 ponto no trimestre e de 1,3 ponto em doze meses. O indicador subiu em todas as leituras trimestrais desde setembro de 2025, quando estava em 4,2%.

Segundo o banco, a alta na pessoa física veio dos segmentos de baixa renda e de agronegócio, em um cenário econômico ainda desafiador e de elevado endividamento. Na pessoa jurídica, o índice recuou 0,1 ponto no trimestre, para 1,5%. Nas pequenas e médias empresas, caiu 0,3 ponto, para 5%, efeito em parte do volume maior de baixas a prejuízo no trimestre anterior. Em grandes empresas, ficou em 0,2%.

Fonte original: Mitchel DinizVer notícia na íntegra
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