Notícia

Notíciastecnologia
TECNOLOGIA & INOVAÇÃO

Instagram prepara retorno aos vídeos longos com formato de até 90 minutos

Anos após o fim do IGTV , o Instagram voltou a testar o suporte a vídeos longos na plataforma. O retorno do formato foi anunciado pelo chefe da rede social na Meta, Adam Mosseri, em um vídeo de seis minutos publicado nesta segunda-feira (26).

Waesy
Igor Almenara Carneiro
•01 de novembro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada
Instagram prepara retorno aos vídeos longos com formato de até 90 minutos
Foto: Igor Almenara Carneiro

Os vídeos longos no Instagram serão chamados de “Features”, são exibidos na horizontal e podem durar até 90 minutos . Os testes começaram na segunda-feira somente com um grupo de criadores de conteúdo selecionados que residem nos Estados Unidos — incluindo o próprio Mosseri. O público geral ainda não pode publicar vídeos no novo formato, mas pode assistir aos conteúdos caso os encontre na rede social.

Além disso, há também a prática de usar cortes publicados no Reels para divulgar vídeos maiores, geralmente hospedados em outras plataformas, como YouTube e Spotify.

Ao adicionar o “Features”, o Instagram se apresenta como mais uma plataforma com suporte a vídeos longos . Na prática, a novidade pode evitar que o usuário saia do aplicativo da Meta e vá para um concorrente ao se interessar por um recorte publicado como Reels, por exemplo.

A experiência de reprodução de vídeos longos parece bem lapidada no aplicativo do Instagram. No perfil de Mosseri, há uma aba dedicada às publicações no formato . É possível assistir aos vídeos com o celular na vertical ou colocá-los em tela cheia, ocupando uma área maior do display.

Também é possível controlar a velocidade de reprodução, ajustando-a para 0,5x, 1,5x ou 2x. As interações por curtidas, comentários e compartilhamentos continuam presentes.

Nos comentários da publicação de Mosseri, as principais queixas estão relacionadas à ausência de mecanismos de monetização específicos para vídeos longos .

O modelo de monetização do Instagram é diferente do YouTube. A maioria dos criadores de conteúdo não recebe diretamente com base no número de visualizações, recorrendo a parcerias, assinaturas e financiamento coletivo para gerar renda a partir da produção de conteúdo.

Fonte original: Igor Almenara CarneiroVer notícia na íntegra
#tecnologia#br#notícias#sc#santa catarina#www.estadao.com.br
0 Comentários