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TECNOLOGIA & INOVAÇÃO

IA interpreta sinais elétricos de plantas para identificar suas necessidades

A startup Electric Plant desenvolveu o Bombadil , um modelo de inteligência artificial capaz de interpretar sinais elétricos emitidos por plantas e identificar suas necessidades. A tecnologia usa sensores fixados nos caules para coletar dados sobre cerca de 12

Waesy
Enzo Monteiro
•30 de outubro de 2026•3 min de leitura•Fonte Verificada
IA interpreta sinais elétricos de plantas para identificar suas necessidades
Foto: Enzo Monteiro

Segundo a empresa, os sensores custam dezenas de dólares, enquanto ferramentas tradicionais podem custar milhares, e o sistema pode aumentar a produtividade agrícola e reduzir o consumo de água em 20% ou mais. A startup captou US$ 11,2 milhões em uma rodada de investimento inicial para levar a tecnologia ao mercado.

A tecnologia da Eletric Plant é simples, um aparelho parecido com um pen-drive com antena e uma altura semelhante a um celular, é conectado ao caule da planta. A ideia é que o dispositivo chegue ao câmbio, tecido secundário de proteção da planta, logo atrás da “casca” do tronco ou caule.

Ao se conectar a esse plano, o aparelho detecta os microvolts emitidos pela planta, e coleta os dados que essa emissão informa. Em seguida, o Bombadil interpreta essas informações e as transmite para outro aparelho conectado.

“Este é o modelo mais diversificado já criado sobre sinais elétricos biológicos. Ninguém jamais fez nada equivalente a isso no mundo animal.”, afirmou Justin Mast, cofundador e CEO da Electric Plant, em entrevista ao TechCrunch .

De acordo com a startup, essas informações podem auxiliar os agricultores, cuidadores, etc; a identificar o que a planta precisa. Com essa precisão maior sobre os cuidados necessários no momento, seria possível economizar mais água e ter mais eficiência na produção.

A inovação acompanha uma nova vertente da agricultura e do cuidado de plantas mais tecnológico. Recentemente, por exemplo, a John Deere desenvolveu o seu chatbot, o “JD” que se baseia em dados coletados na própria colheita. Facilitando um trabalho mais personalizado e novamente contando com mais eficiência e mitigação de impactos ambientais.

Fonte original: Enzo MonteiroVer notícia na íntegra
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