Flávio diz que Lula ‘explodiu’ taxa de juros com dívida pública; petista acusa cópia de plano do PT para reduzir endividamento
Os candidatos à presidência da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), protagonizaram um embate sobre o controle da dívida pública, a alta taxa de juros e os planos para renegociação de débitos das famílias.
A discussão ocorreu durante o último debate presidencial promovido pela TV Globo, nesta sexta-feira (23), com troca de acusações sobre a responsabilidade pela crise econômica.
Flávio culpa gastos do governo por juros altos e endividamento
O candidato Flávio Bolsonaro acusou a atual gestão de deixar um rombo de R$ 11 trilhões, elevando a taxa básica de juros a 14% ao ano.
Segundo o candidato, o governo gasta muito e aumenta impostos, o que impacta diretamente a vida financeira da população.
"Por que você está deixando as famílias brasileiras endividadas, já que, uma vez que a dívida do governo cresce, a dívida das famílias cresce junto?", questionou.
Flávio também defendeu a autonomia do Banco Central, classificada por ele como um legado do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Ele argumentou que a medida evita interferências políticas que poderiam "explodir a taxa de juros, explodir a inflação", comparando o risco econômico à situação da Argentina sob Cristina Kirchner e Alberto Fernández.
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