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Executivo defende modelos colaborativos como base para o próximo ciclo do ESG

Igor Sigiani, da Coopercompany, argumenta que a sustentabilidade deve deixar de ser agenda paralela e integrar a operação diária das empresas.

Waesy
Bússola
•26 de outubro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Executivo defende modelos colaborativos como base para o próximo ciclo do ESG
Foto: Bússola

Mudança de paradigma

O futuro das práticas de ESG (Ambiental, Social e Governança) depende da reestruturação dos modelos de negócio, segundo Igor Sigiani, fundador e diretor-presidente da Coopercompany. Em artigo publicado em 22 de outubro de 2026, o executivo afirma que a criação de novas iniciativas de sustentabilidade isoladas não é suficiente; o avanço real ocorre quando a forma de fazer negócios é repensada para integrar eficiência econômica e desenvolvimento comunitário.

Integração operacional

Sigiani argumenta que tratar a sustentabilidade como uma agenda paralela à operação contradiz o princípio de criação de valor no longo prazo. O impacto ambiental, social e econômico de uma organização, aponta o executivo, é resultado direto das escolhas diárias, incluindo estratégias de investimento, relações com parceiros, uso de recursos, adoção de tecnologias e a forma como o valor produzido é distribuído.

Modelos colaborativos

Para o próximo decênio, o executivo defende a relevância crescente de modelos de negócio colaborativos. Diferente da concentração de decisões e recursos, esses mecanismos permitem que diferentes atores participem ativamente da construção de soluções, compartilhando riscos, recursos e resultados. Essa abordagem aproxima as demandas dos territórios das operações empresariais, segundo a análise apresentada no texto.

Fonte original: BússolaVer notícia na íntegra
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