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Entre programas sociais e mobilização digital, os altos e baixos da campanha de Lula

A campanha de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou à reta final do segundo turno em uma disputa apertada com Flávio Bolsonaro (PL). Depois de terminar o primeiro turno atrás do adversário, o presidente intensificou os atos de rua, a mobilização nas redes soci

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Tatiana Azevedo
•28 de outubro de 2026•8 min de leitura•Fonte Verificada

Ao mesmo tempo, Lula enfrenta dificuldades para transformar a condição de presidente em vantagem eleitoral, em meio à avaliação dividida do governo e a ataques sobre economia, corrupção e segurança pública.

No primeiro turno, Lula recebeu 45,16% dos votos válidos, contra 47,03% de Flávio.

A diferença levou a campanha petista a intensificar a busca por eleitores que escolheram outros candidatos. Na pesquisa Datafolha divulgada em 23 de outubro, Lula tinha 46% das intenções de voto, contra 47% do senador. Na projeção dos votos válidos, os dois apareciam com 50% cada, dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.

Os altos: programas sociais e mobilização nas redes

Um dos principais eixos da campanha de Lula foi a defesa dos programas sociais e de medidas para melhorar a renda. O presidente procurou associar a candidatura a políticas de transferência de renda, ampliação do acesso a serviços públicos e iniciativas para aliviar o orçamento das famílias diante do custo de vida.

Na reta final, Lula anunciou medidas voltadas aos microempreendedores individuais (MEIs), defendeu a gratuidade do transporte público aos fins de semana e prometeu ampliar o Pé-de-Meia para alcançar estudantes do ensino superior em um eventual novo mandato.

As iniciativas buscam reforçar a imagem do presidente como defensor da renda, da educação e da proteção social.

Fonte original: Tatiana AzevedoVer notícia na íntegra
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