Células raras podem explicar resistência ao Alzheimer
Neurônios imaturos mantêm a memória em idosos com Alzheimer, apontando nova direção para terapias
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Descoberta
Um estudo publicado na revista Cell Stem Cell revelou que neurônios imaturos, que permanecem no cérebro de pessoas acima de 80 anos, apresentam padrões de atividade distintos em indivíduos que mantêm a memória e o raciocínio preservados, mesmo quando apresentam sinais de Alzheimer. A pesquisa foi conduzida pelo Instituto Holandês de Neurociência.
Metodologia
A equipe, liderada por Evgenia Salta, analisou tecidos cerebrais doados ao Banco de Cérebros da Holanda, comparando três grupos: indivíduos sem alterações cerebrais, pacientes com demência de Alzheimer e pessoas com sinais da doença mas sem comprometimento cognitivo.
Os resultados sugerem que a presença e a atividade desses neurônios imaturos podem contribuir para a resiliência cognitiva, oferecendo uma nova perspectiva para o desenvolvimento de terapias que visem proteger a função cerebral em idosos.
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