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SAÚDE PÚBLICA

Anvisa proíbe fabricação e venda de produtos de limpeza de duas empresas por irregularidades

A medida, publicada no Diário Oficial da União, determina a suspensão da distribuição e o recolhimento de itens que podem oferecer riscos à saúde dos consumidores em todo o país.

Waesy
Clarissa Palácio
•29 de outubro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Anvisa proíbe fabricação e venda de produtos de limpeza de duas empresas por irregularidades
Foto: Clarissa Palácio

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a fabricação, comercialização, distribuição, divulgação e uso de produtos de limpeza de duas empresas, a Cedro Química Ltda. ME e a Araújo Produtos de Limpeza, em todo o Brasil. A medida, publicada no Diário Oficial da União na sexta-feira, 23 de outubro de 2026, foi motivada por irregularidades sanitárias, incluindo a ausência de registro e Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE), e determinou o recolhimento de um dos itens.

Uma das empresas afetadas é a Cedro Química Ltda. ME. A Anvisa proibiu o uso de produtos que contenham Percarbonato de Sódio Essencial devido à falta de regularização sanitária e determinou o recolhimento do item.

Para a Araújo Produtos de Limpeza, a proibição abrangeu todos os saneantes de sua marca, como sabões, amaciantes e detergentes. Segundo a Anvisa, esses itens não possuíam registro ou notificação junto à agência, além da necessária Autorização de Funcionamento de Empresa (AFE).

As exigências sanitárias brasileiras determinam que empresas que comercializam produtos de limpeza devem obter a AFE junto à vigilância sanitária estadual ou municipal. Adicionalmente, dependendo da classificação de risco do produto, é mandatório obter o registro sanitário ou cumprir os requisitos de notificação aplicáveis.

Produtos de limpeza comercializados sem a devida regularização são classificados como clandestinos e podem representar riscos à saúde dos consumidores. A Anvisa alerta que, sem a avaliação sanitária adequada, não há garantia de que esses itens atendam aos requisitos mínimos de segurança e qualidade, podendo causar queimaduras, irritações, problemas respiratórios e intoxicações graves.

Fonte original: Clarissa PalácioVer notícia na íntegra
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