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Alimentação e bebidas puxam alta de 0,32% no IPCA-15 de outubro

Tomate, cebola e batata-inglesa lideraram os aumentos no domicílio, enquanto a troca da bandeira tarifária para a verde reduziu o custo da energia elétrica.

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Redação Digital
•27 de outubro de 2026•2 min de leitura•Fonte Verificada
Alimentação e bebidas puxam alta de 0,32% no IPCA-15 de outubro
Foto: Redação Digital

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo — 15 (IPCA-15) subiu 0,32% em outubro, após alta de 0,70% em setembro, informou nesta sexta-feira (23) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Entre os nove grupos pesquisados, oito registraram alta no mês. A principal pressão partiu de Alimentação e Bebidas, com variação de 0,88% e impacto de 0,19 ponto porcentual no índice geral.

Alimentos no domicílio aceleram

Dentro do grupo de alimentação, os preços no domicílio aceleraram de 0,38% em setembro para 1,01% em outubro. O movimento foi puxado pelas altas do tomate (24,54%), da cebola (13,63%), da batata-inglesa (10,96%) e do arroz (5,80%). Na direção contrária, houve recuo nos preços da cenoura (-10,67%), das frutas (-1,37%) e do café moído (-1,16%), segundo os dados divulgados pelo IBGE.

Transportes e Habitação

No grupo Transportes, a variação foi de 0,05%, com influência dos combustíveis, que saíram de 0,22% em setembro para 1,20% em outubro. O óleo diesel subiu 3,70%, o etanol avançou 2,73% e a gasolina teve alta de 0,92%, enquanto o gás veicular recuou 0,18%. O principal impacto negativo do grupo veio das passagens aéreas, com queda de 9,24%. Já Habitação passou de 2,07% em setembro para -0,10% em outubro, impulsionada pela queda de 0,89% na energia elétrica residencial, após a mudança da bandeira tarifária amarela para a verde.

Desempenho regional

Regionalmente, dez das onze áreas pesquisadas tiveram alta em outubro. Belém registrou a maior variação, de 0,76%, influenciada pelas altas do tomate (17,55%) e da energia elétrica residencial (3,71%). Curitiba teve o menor resultado, com -0,27%, pressionado pela queda das passagens aéreas (-11,58%) e da taxa de água e esgoto (-8,05%), conforme apurado pelo IBGE.

Fonte original: Redação DigitalVer notícia na íntegra
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