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'O líder que tem todas as respostas não existe': o perfil de chefe que a era da IA passou a exigir

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Raphaela Seixas
•02 de novembro de 2026•7 min de leitura•Fonte Verificada
'O líder que tem todas as respostas não existe': o perfil de chefe que a era da IA passou a exigir
Foto: Raphaela Seixas

Publicado em 28 de outubro de 2026 às 17h48 .

Priorizar nos meus resultados Google 39% das competências centrais dos trabalhadores devem mudar até 2030, segundo o Relatório sobre o Futuro do Trabalho 2025, do Fórum Econômico Mundial . Inteligência artificial e big data lideram a lista das habilidades que mais crescem. O problema é que quase não há gente pronta para contratar.

“As empresas que realmente querem ter essa competência vão ter que formar. Elas não vão ter como só fazer a contratação”, diz Christiane Berlinck , CHRO do Grupo OLX , dono das plataformas OLX, ZAP Imóveis e Viva Real.

O grupo abriu há dois anos trilhas de dados e IA para 100% dos funcionários , e mais de 1.200 já passaram por elas. Agora, a formação entra numa segunda fase, mais prática e obrigatória. Na liderança, a aposta vai além da tecnologia: chefes que saibam conviver com o desconforto e fazer boas perguntas.

Para decidir entre desenvolver alguém dentro de casa ou buscar no mercado, Christiane faz duas perguntas. A competência é necessária para muita gente ou para pouca? E está disponível no mercado?

Se a resposta for muita gente e pouca oferta, o caminho é formar. É o caso da IA numa empresa de tecnologia. Se for um conhecimento de que a empresa precisa em duas pessoas e não tem, contrata. A decisão parte da estratégia do negócio e das capacidades que a organização já tem.

As trilhas foram desenhadas pelo time de desenvolvimento organizacional, dentro da área de gente, em parceria com a liderança de dados e IA. A primeira fase, que a empresa chama de ato 1, tinha dois objetivos: inspirar e instrumentalizar. A participação era voluntária.

Fonte original: Raphaela SeixasVer notícia na íntegra
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